Conheça as vantagens de usar o TEF GetCard!

vantagens TEF GetCard

As soluções de pagamento tem sido cada vez mais buscadas, especialmente pelos varejos, que precisam de uma relação dinâmica no atendimento para seus clientes, garantindo praticidade e segurança para ambas as partes.

O sistema de Transferência Eletrônica de Fundos, comumente conhecido como TEF, possibilita uma série de atividades que vão muito além do simples pagamento via cartões de crédito, como acontece com as antigas máquinas PoS (Point of Selling).

Nesta publicação, levantamos algumas das principais vantagens de usar o TEF GetCard. Continue a leitura para conferir!

Entenda o sistema por trás das transações eletrônicas

Para que o processo de transferência de saldo online seja cada vez mais seguro, com mais etapas de certificação, sua transação passa por algumas fases.

Após a compra, seu aparelho – PoS ou TEF – envia os dados registrados para a adquirente (a empresa responsável pelo aparelho), que redireciona o pacote para a empresa responsável pela bandeira do cartão e, depois de todas as certificações, o processo retorna.

Com a confirmação, a bandeira repassa os fundos para a adquirente, cobrando suas taxas e a adquirente faz o mesmo, até seu dinheiro estar disponível.

O procedimento apresenta algumas diferenças entre PoS e TEF e é sobre isso que vamos falar a seguir.

PoS e TEF: veja as principais diferenças

É importante diferenciar as duas principais modalidades de pagamentos para cartões de crédito, pois é muito fácil confundi-las:

  • Ambas possuem um aparelho Pin Pad. Porém, no caso do PoS, a estrutura se resume apenas a ele, que se conecta à internet para fazer suas autenticações através de um chip GSM, afetando um pouco sua velocidade de comunicação.
  • O TEF tem o Pin Pad como terminal para acessar o cartão e digitar a senha, mas está conectado a um computador que comporta o software e se comunica via internet a cabo.
  • As máquinas PoS costumam ser alugadas pela adquirente e, além do aluguel mensal, há uma taxa que incide sobre cada venda realizada. Para cada novo aparelho PoS, uma taxa será gerada.
  • Os TEFs também possuem um custo mensal, entretanto, é possível adquirir múltiplos pontos. Como opera por meio de um código de registro, o mesmo usuário pode ser acessado em diferentes ambientes, desde que haja toda a estrutura e seu terminal. Não há uma cobrança sobre cada transação feita.

Esses são os fatores que os distinguem. Mas, além das transações em cartão de crédito, os TEFs dispõem de alguns pontos adicionais bastante importantes, principalmente para quem trabalha com varejo.

Os benefícios de se trabalhar com um TEF

Ao trabalhar com um TEF, você notará, antes de tudo, a velocidade na autenticação. Isso porque, mais do que a comunicação cabeada com a internet, esse sistema possui canais extras caso o atual esteja congestionado.

Em relação às taxas, são mais fáceis de se identificar ao final do mês, evitando arbitrariedades ou cobranças abusivas por parte da adquirente.

Se você busca proteção contra fraudes, terá com o TEF outro benefício essencial: o fato de ter um software permite que você possa acessar um serviço de conciliação de vendas sem pagar a mais, assegurando a veracidade das transações realizadas e o estado de cada venda, se houve cancelamentos e afins.

Por ser conectado a um terminal, há também a possibilidade de integrá-lo ao seu sistema ERP, um serviço administrativo dinâmico em que é possível gerar relatórios de entrada e saída de produtos, relatórios de venda, de organização de tempo e situação fiscal.

Por exemplo, com seu TEF integrado ao sistema de armazenamento, dá para controlar a saída de produtos na boca do caixa e dar baixa em seu estoque.

Você ainda  consegue simplificar sua relação com o fisco: o TEF pode emitir notas fiscais. Basta entrar com seus dados no momento da confecção da NFC-e e as informações de venda serão enviados para o sistema da Secretaria da Fazenda do seu estado, onde você poderá acompanhar seus envios.

Com isso, fica muito mais fácil regularizar sua situação com o fisco, evitando dores de cabeça, fraudes e agilizando sua prestação de serviço.

As vantagens para quem usa o TEF são inúmeras,  você tem mais agilidade e facilidade no confrontamento de dados. Ele possibilita, também, uma compatibilidade muito maior com diversos tipos de cartões e até serviços extras de crédito. Tudo isso pode ser agregado em outras plataformas, como vending machines e vendas online.

Consulte a GetCard para experimentar todas essas utilidades e organizar uma plataforma que se adeque ao seu modelo comercial para ter a melhor experiência!

Para receber mais conteúdos sobre o mundo do varejo, é só ficar ligado em nosso blog. Semanalmente publicamos uma nova postagem repleta de informações!

Conheça as bandeiras de cartão regionais e suas vantagens

bandeiras de cartão e suas vantagens

Ao falar de bandeiras de cartão, pensamos nas grandes donas do mercado, Visa e Mastercard que, efetivamente, compõem uma parte majoritária de compras com cartões de crédito.

No entanto, a cada dia surgem novos concorrentes nacionais, internacionais e regionais com grandes modelos e benefícios para dinamizar esse mercado e oferecer muito mais vantagens para o consumidor e o vendedor.

Por isso, vale a pena conhecer mais sobre essa nova onda de bandeiras de cartão que tem ganhado seu espaço. É só dar continuidade à leitura para conferir!

Entenda melhor sobre as bandeiras de cartão

É natural que haja certa confusão entre as categorias Bandeira de Cartão, Adquirinte e Bancos, mas é fácil resolver o equívoco.

A bandeira, como você já sabe, está sempre ali embaixo de seu cartão. É elas quem gerencia os dados e limites de fundos de cada usuário.

Entre as mais populares, podemos citar, além de Visa e Mastercard, a ELO, American Express, HiperCard, SoroCard, entre outras.

A relação da bandeira com o banco é o fato de que quem fornece o dinheiro para seus clientes é o banco. A bandeira de cartão processa os dados dos usuários, que são autenticados para o banco. Cada bandeira tem seus termos, taxas e políticas distintas.

O papel da adquirente é oferecer a estrutura física, de softwares e rede para que cada vendedor possa incorporar a tecnologia em seu empreendimento, possibilitando a comunicação com a bandeira e, então, com o banco, realizando todas as etapas de autenticação. Ficou mais claro agora?

A ascensão das bandeiras de cartão de crédito regionais

É muito importante que tenha um mercado de bens e serviços nacionais e regionais para contrabalancear os monopólios, dar alternativas, competitividade e acessibilidade para os consumidores. E várias instituições estão tomando essa frente em relação aos meios de pagamento, que tem estado cada vez mais dinâmicos.

Além da ELO, que está crescendo bastante por incentivo dos bancos e instituições financeiras, promovendo investimentos, eventos e acessibilidade, em quase todas as regiões do país, há bandeiras regionais que facilitam muito a vida das instituições que fornecem crédito. Isso porque suas taxas são menores e as oportunidades de cooperação são inúmeras.

As vantagens não acontecem meramente para as empresas que cedem crédito, como também para as adquirentes, que tem um contato mais direto com as bandeiras, os vendedores, que ganham em variedade e taxas menores – quando não quase inexistentes – além de benefícios de fidelização.

Essas bandeiras ainda fornecem meios muito mais baratos para os consumidores, que não precisam pagar taxas pouco competitivas das gigantes e podem acumular vantagens diversas nas compras com seus cartões.

Saiba mais sobre as bandeiras private label

Uma forma importante para movimentar o mercado em todos os ambientes é a criação dos cartões private label, que são as bandeiras relacionadas à pequenas instituições financeiras, lojas e conglomerados, como os cartões de lojas de móveis, e-commerces e shoppings.

Com eles, você acumula benefícios de fidelização, podendo desfrutar com muito mais propriedade de comércios e redes regionais em que há preferências de compra, ganhando descontos, milhas e concorrendo a sorteios.

Eles são de grande ajuda para manter um sistema de crédito saudável, movimentando taxas competitivas e agregando diversos empreendimentos em uma rede de consumidores que contribui para todas as partes envolvidas!

O mercado de transações via cartão de crédito já movimenta, só no Brasil, um saldo trilionário.

Se você pretende oferecer mais praticidade para seus consumidores e adquirir diversas utilidades, movimentando uma rede regional ou até criar seu próprio cartão, vale a pena conhecer mais de perto a modalidade.

Com um terminal TEF você agrega diversas bandeiras e atividades em seu negócio, além das vantagens de automação e taxas acessíveis.

Para saber mais sobre o sistema TEF de cartões, entre em contato com a GetCard e simule o melhor plano para seu modelo de negócio!

Se quiser conferir outras postagens com conteúdos relacionados, é só continuar acompanhando nosso blog. Toda semana publicamos um novo artigo, repleto de novidades e dicas para você!

Conheça as principais fraudes em cartões de crédito

fraudes em cartões de crédito

Fazer vendas via cartões aumenta a versatilidade dos modos de pagamento em seu comércio e diminui consideravelmente o dinheiro físico em caixa, minimizando também os riscos e perdas em relação a assaltos e furtos.

No entanto, mesmo com uma série de tecnologias que se desenvolvem cada vez mais, pessoas mal intencionadas estão sempre trabalhando para passar por cima dos protocolos de segurança e cometer as principais fraudes em cartões de crédito.

Uma atividade criminosa desse tipo pode lesar gravemente o vendedor, que talvez nem desconfie que foi vitimado e só acaba por descobrir o dano causado ao final do mês.

Por isso, é muito importante entender quais são as fraudes mais comuns, como observá-las e quais dispositivos e táticas permitem aumentar sua segurança contra esses riscos.

Continue a leitura para saber mais!

Como acontecem as fraudes em cartões de crédito?

Diferente da relação com dinheiro físico, em que geralmente ocorre agressão ou coerção por parte do ladrão, os fraudadores de cartões de crédito agem com muito mais sutileza, fazendo questão de não serem notados.

Por se tratar de aparelhos eletrônicos que utilizam sinal para suas autenticações, a maioria das fraudes acontece pela apropriação criminosa de algum mecanismo dos dispositivos, como nos seguintes casos:

Troca da maquininha

As famosas maquininhas PoS, alugadas de empresas, costumam ser padronizadas de acordo com sua distribuidora, fazendo muito pouca diferença física. Com o tempo, o trabalho de passar cartões se torna mecânico e, muitas vezes, falta a conferência do canhoto do emissor, onde constam os dados da venda.

Aproveitando disso, os criminosos usam um momento de distração do atendente para substituir o aparelho do estabelecimento por um cadastrado com suas informações. Quando as vendas são feitas, o valor é redirecionado à conta do autor da fraude.

Essa forma de fraudação é mais comum do que parece e pode levar um tempo importante até que o emissor perceba o dinheiro perdido (que dificilmente conseguirá recuperar).

Cobrança indevida de taxas

Esse tipo de atividade pode ser considerada fraude, mesmo que possua uma “contratualidade” por parte da adquirente e do emissor.

Como falamos, com o tempo, o processo de conferir as taxas, as emissões e comparar na ponta do lápis os lucros, confrontados com o que é pago para a empresa do cartão, não percebemos quais taxas subiram sem aviso prévio ou foram cobradas indevidamente, sem a explicação adequada dos processos e suas implicações.

Um caso comum é a alta taxa sobre parcelamento e taxas administrativas que não são explicadas ou ficam nas “letrinhas miúdas” do contrato.

No momento da venda, as empresas omitem custos abusivos que podem ocorrer, aproveitando-se da falta de informações específicas e técnicas de muitos dos contratantes.

Outro agente capaz de lesar o varejista é o próprio banco, atrasando deliberadamente o repasse para forçar o cliente a tomar um empréstimo para conseguir fechar o mês em dia.

Cancelamento de venda

Essa espécie de fraude pode causar bastante dor de cabeça em varejos que vendem produtos com preço elevado.

Consiste na má fé do comprador em realizar a transação com o cartão e cancelá-la logo ao sair da loja, levando o produto mas não tendo o encargo da venda.

É até possível contestar o procedimento, quanto antes o varejista buscar por resolução, maiores as chances. Acontece que muitos não verificam diariamente os cancelamentos, aumentando as chances de ser lesado por algum cliente.

Troca de crédito por dinheiro vivo

Uma prática bastante corrente no mundo da agiotagem é adiantar dinheiro mediante uma transação de cartão de crédito.

Há taxas que incidem sobre a venda com cartões e, além de configurar um gesto à margem da legalidade, por agir como instituição financeira, tal oferta é capaz de trazer prejuízos ao vendedor.

 Como se prevenir de fraudes no cartão de crédito

Algumas medidas fundamentais podem ser tomadas para prevenir muitos dos modelos de fraudes que citamos:

  • Esteja atento ao adquirir qualquer serviço, leia junto do vendedor os termos, peça o tanto de explicações que precisar e mantenha uma cópia do contrato bem lida e resoluta;
  • Conheça seus direitos como consumidor, seus deveres e atribuições como vendedor. Entenda a incidência de taxas sobre atividades, se possível, demande uma tabela e se informe sobre qualquer atualização nos valores;
  • Nunca confie em propostas de dinheiro fácil;
  • Não deixe de usar um conciliador de cartão de crédito! Com ele você poderá verificar todos os movimentos e transações, cancelamentos e taxas;
  • Analise os cancelamentos e balanços com a maior frequência que conseguir ao fazer grandes vendas;
  • Utilize o TEF. Esse sistema é capaz de te poupar de problemas como troca de máquinas e possui um sistema que, ao invés de cobrar sobre venda executada e ponto, oferece maneiras muito mais flexíveis e seguras de organizar suas vendas.
  • Você pode usar um sistema de integração incorporando o TEF e, além de controlar as saídas de produtos, armazenar e criar planilhas importantes sobre o balanço, ainda pode automatizar a emissão de notas para o fisco, diminuindo a chance de erros e outras dores de cabeça com a Secretaria da Fazenda de seu estado.

Torne seu empreendimento cada vez mais seguro para você e seus clientes, aprendendo sobre os perigos que rondam o trabalho com cartões de crédito e adote as melhores táticas para se blindar de demais implicações.

Com a GetCard você tem um sistema amplo e prático para TEFs, conheça hoje mesmo nosso trabalho!

Qual é a relação do omnichannel no varejo e o TEF? Saiba aqui!

Você certamente conhece a estratégia omnichannel, baseada no uso simultâneo e interligado de diferentes canais de comunicação de uma empresa, integrando assim lojas físicas e virtuais aos clientes. Ao aplicar essa estratégia, torna-se possível, por exemplo, navegar no aplicativo de uma loja em busca de informações sobre um produto (ao mesmo tempo em que se está em uma filial física dessa mesma loja), experimentar esse produto e pedir para que ele seja entregue em casa.

Também não deve ser novidade para você falar a respeito da TEF (Transferência Eletrônica de Fundos), tecnologia que permite que as transferências financeiras feitas em compras via cartão ocorram com agilidade e segurança. Mas você já parou para pensar na relação entre omnichannel e TEF?

Essas duas tecnologias se misturam justamente quando se pensa na possibilidade de integração entre uma solução que concilia o programa de vendas do PDV (Ponto de Venda) com a máquina de cartão. Está aí uma tendência que impacta todas as empresas que buscam adequar seus processos às necessidades do consumidor 4.0: oferecer conforto e praticidade aos clientes, de forma que culmine numa experiência de consumo cada vez mais satisfatória.

Quer saber mais sobre essa nova forma de vendas no varejo? Continue a leitura!

Como o omnichannel se tornou tendência?

A experiência multicanais é o estágio mais recente de outras três fases do varejo: single-channel, multi-channel e cross-channel. No omnichannel, o consumidor acessa simultaneamente inúmeros canais sem perceber mudanças transitórias. Confira os estágios anteriores:

  • single-channel — como o próprio nome já diz, apenas um ponto de contato entre o comprador e o varejista;
  • multi-channel — múltiplos canais de consumo offline e online;
  • cross-channel — a disponibilidade de canais integrarem a mesma linguagem.

A estratégia foi desenvolvida para adequar as empresas às mudanças de comportamento de seus clientes. Para as organizações, essa possibilidade também configura uma vantagem, já que aumenta consideravelmente sua disponibilidade no mercado — 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Isso pode representar novas oportunidades de negócio, mas sua viabilidade tem de ser atestada pela tecnologia, para que a integração entre esses canais satisfaça todas as necessidades momentâneas do consumidor, sem restrições de meio, local ou horário. Ou seja, de forma ágil e em tempo real.

Por que o TEF entra nessa equação?

É nesse momento que a tecnologia precisa quebrar as barreiras existentes entre canais físicos e digitais. Por meio do TEF no próprio PDV, o varejista pode consultar dados estratégicos para embasar tomadas de decisão, gerar pedidos no comércio eletrônico, inserir o valor pago em cartão automaticamente no próprio software de gestão da empresa, entre outros.

Essa praticidade inviabiliza a digitação dos operadores de caixa, o que significa menor tempo de espera no canal de atendimento físico, total integração com processos digitais e maior satisfação dos clientes em suas experiências de consumo.

Além de todas essas facilidades, a utilização da TEF pode aumentar a segurança e evitar fraudes no processo de recebimento de cartões. São ocorrências que acontecem até mesmo por parte de colaboradores mal-intencionados, que podem alterar as transações registradas pelo sistema para pegar, posteriormente, o valor da compra lançada em cartão, mas paga em dinheiro.

Clientes também podem agir de forma danosa, por meio do estorno de pagamentos, ainda que a venda tenha sido efetuada no cartão com chip e digitação de senha, mesmo sem a formalização do registro por comprovação de fraude.

Esse controle mais efetivo aumenta a confiabilidade da empresa e ainda permite total conciliação das transações nas demais ferramentas do negócio, em tempo real e com fácil visualização.

Quais empresas podem ser exemplos por adotar essa abordagem?

As empresas Leroy Merlin e Magazine Luiza são dois grandes varejistas que aplicaram essa abordagem omnichannel em seus processos com resultados muito positivos. Certamente, por trás de toda essa estratégia, foram usados muitos recursos de tecnologia para suportar o número de vendas. Confira a seguir os cases de sucesso dessas marcas.

Leroy Merlin

A empresa do ramo de construção é a líder do segmento no país. Com o crescimento do mercado digitalizado, eles identificaram um grande gargalo: como se tornar digital em um segmento que tem como principal característica a experiência em lojas físicas?

O primeiro passo foi acompanhar o desempenho das estratégias digitais em PDVs. Em seguida, a marca adotou táticas online e offline de vendas, com campanhas de Display e no Google Shopping.

Assim, poderiam estimular o cliente a se encaminharem para a loja, logo que identificassem uma necessidade, apontando quais unidades poderiam ser encontradas nas redondezas, quantidades disponíveis e horários de funcionamento. Para acompanhar o resultado, adotaram a taxa de visitação das lojas como KPI (Key Performance Indicator).

O resultado foi excelente. Segundo Diego Lemos, coordenador de estratégias digitais da empresa, a marca cresceu 36% no número de visitantes às lojas e 26% em seu custo por visita, na comparação com o período anterior.

Magazine Luiza

Atuante no varejo brasileiro, a empresa apostou na transformação digital com crescimento dos resultados de venda em espetaculares 705% em 2017. O desafio era o oposto da Leroy Merlin: aumentar o retorno da presença offline, em lojas físicas da marca, com campanhas digitais.

Também utilizaram recursos de geolocalização no Google, implementaram o rastreamento de visitas às lojas como KPI para acompanhar o resultado das campanhas, expuseram no site seus itens e quantidades em estoque nas lojas mais próximas do usuário, por meio do Anúncio de Inventário Local no Brasil, e adotaram novas métricas de sucesso, como o ROAS (Return of Ad Spend).

Quais são os desafios para colocar essa relação em prática?

Entre os principais desafios para colocar em prática a relação entre omnichannel e TEF destacam-se:

  • a falta de conhecimento e, consequentemente, de interesse dos próprios empreendedores;
  • a limitação técnica de algumas infraestruturas;
  • a dependência que os negócios podem criar pelas soluções.

Ainda que haja um caminho longo a ser percorrido nesse processo, o setor de TI no âmbito organizacional tende a crescer exponencialmente com a ampliação do uso e da necessidade de adaptação aos novos conceitos entre corporações de todos os tamanhos: Big Data, Inteligência Artificial e aprendizado de máquina são apenas alguns exemplos.

E o primeiro passo para aplicar o conceito de omnichannel nos processos é integrar todas as áreas do negócio. Para isso, é preciso contar com uma plataforma unificada que utilize dados dos clientes, gerencie os canais de venda e atendimento e promova a continuidade dessa interação, assim como possibilitado pelo TEF.

Agora que você sabe como integrar omnichannel ao TEF, que tal conhecer 6 motivos para usar inteligência artificial no seu negócio?

Conciliação de cartões: o que é TEF e quais as suas 3 vantagens?

Hoje, a maioria das pessoas abandona as compras em dinheiro em busca do uso de cartões. Nesse cenário, o controle financeiro das receitas é algo crucial para a administração do negócio, pois esse tipo de venda tem características e taxas próprias. Uma das formas de melhorar a qualidade desse processo de gestão é investir na conciliação de cartões.

Esse método utiliza um sistema próprio para gerenciar todo o fluxo de vendas em cartões da loja. Do controle de tarifas a distribuição dos recursos, tudo é feito de modo centralizado e automatizado. Assim, o gestor consegue focar mais nas suas atividades estratégicas e evitar riscos.

Quer saber quais são as três vantagens do sistema de conciliação de cartões pelo TEF? Então, veja o nosso post abaixo!

O que é um conciliador de cartões?

O conciliador de cartões é um sistema utilizado para conciliar as vendas em cartões. Ele cria um ambiente unificado para o gestor financeiro avaliar as tarifas cobradas, o fluxo de receitas, os pagamentos pendentes e as possibilidades de antecipar recebimentos.

Em alguns casos, o conciliador de cartões pode ser integrado ao sistema de gestão da empresa (ERP). Essa abordagem permite ao negócio ter um maior nível de automatização, reduzir erros e economizar tempo e dinheiro. Ou seja, a empresa que investe nessa tecnologia ganha mais capacidade para focar nos clientes e agregar valor aos serviços e produtos.

Quais as principais características da TEF?

Para atender às demandas de empresas com grande fluxo de vendas, o TEF (sigla para Transferência Eletrônica de Fundos) foi criado. Esse é um tipo de software de conciliação de cartões que, além de estar preparado para grandes fluxos de vendas, aceita com várias operadoras de cartão e traz mais confiabilidade para o lojista.

O TEF funciona de modo totalmente automatizado, capaz de identificar a bandeira do cartão, realizar os processos de validação de dados, processar a aplicação de tarifas, autorizar a venda com a operadora e direcionar os dados da compra para uma aplicação interna. Para isso, ele tem três partes fundamentais:

  • TEF House: empresa responsável por criar a aplicação de integração de todas as adquirentes e lidar com eventuais problemas do sistema;
  • Integradora (também conhecida como Softhouse): companhia que trabalha na revenda do sistema da TEF House, auxilia na integração das ferramentas e dá suporte ao cliente;
  • Adquirente: responsável por gerenciar e negociar as taxas administrativas, a integração do TEF nas rotinas de automatização de pagamentos e transações e a antecipação dos pagamentos.

Essa estrutura dá ao TEF um alto nível de confiabilidade. Dessa forma, a aplicação também pode ser utilizada para a centralização e o controle de vendas, a emissão de nota fiscal eletrônica e o envio automatizado das movimentações do negócio para a Receita Federal. Em outras palavras, a companhia pode reduzir boa parte do tempo gasto com rotinas administrativas com essa ferramenta.

Quais as vantagens da conciliação de cartões pelo TEF?

O investimento na conciliação de cartões pelo TEF pode trazer várias vantagens para o lojista. Em conjunto, elas tornam a rotina de gestão de vendas mais segura, ágil e automatizada. Confira os principais benefícios abaixo.

1. Evita vendas com valores incorretos

Erros no processo de venda podem causar grandes prejuízos. Ao utilizar o POS, por exemplo, as chances de falhas ocorrerem são muito maiores. Como esse sistema não é automatizado, em vários momentos a companhia corre o risco de lidar com um erro.

Já no TEF isso não ocorre. A inserção, o compartilhamento e a verificação dos dados são feitos de modo automático. Dessa forma, a companhia terá a certeza de que os registros de venda sempre terão um alto nível de confiabilidade.

2. Possibilita a negociação das taxas

O sistema utilizado para a conciliação de cartões pelo TEF traz a garantia de que o negócio sempre pagará as menores taxas possíveis. A ferramenta dá ao gestor financeiro uma visão mais abrangente sobre como cada operadora de cartão cobra por serviços como a antecipação de receitas.

Dessa forma, o gestor consegue negociar valores e avaliar o melhor momento para realizar o recebimento de pagamentos. Assim, os custos operacionais caem e a companhia consegue ficar mais lucrativa.

3. Permite um gerenciamento mais efetivo

Quando a empresa optar por conciliar os cartões com o TEF, a gestão de vendas ficará muito mais efetiva. Sempre que uma nova compra for realizada, o gestor poderá receber no ERP as informações da venda, as taxas e tributos.

Isso permite um controle muito mais inteligente e abrangente das receitas. O negócio poderá avaliar continuamente as variações de compras, os tributos pagos e a possibilidade de erro. Assim, a gestão financeira poderá ser um trabalho com alta qualidade.

Quando escolher entre POS e TEF?

Como você viu acima, a conciliação de cartões pelo TEF traz várias vantagens. Mas ela é aplicada em todos os cenários?

Há alguns casos em que o negócio pode optar pela venda via POS. Isso ocorre, por exemplo, nos deliveries: as máquinas com essa tecnologia podem ser levadas até o cliente para tornar a compra mais prática.

Porém, quem não realiza entregas (ou as faz com métodos de pagamento online, um meio de compras cada vez mais comum), tem a TEF como principal aliada. Os pagamentos com essa tecnologia tornam, em todos os cenários em que ela é utilizada, mais ágeis, práticos e confiáveis. Assim, a companhia consegue criar um processo de vendas agradável e atraente para o consumidor.

O processo de compra e venda de produtos é um dos principais fatores para fidelizar consumidores. Quando bem estruturado, o negócio pode garantir aos clientes a realização das compras rapidamente e evitar desistências e prejuízos causados por erros.

Nesse cenário, utilizar a conciliação de cartões pelo TEF é uma escolha estratégica. Essa opção pode otimizar toda a rotina de compras, tanto para o cliente quanto para o vendedor e, assim, manter a empresa com alto nível de competitividade: erros e custos caem, o tempo para finalizar uma compra fica menor e a experiência de compra ganha mais qualidade.

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