Qual é a relação do omnichannel no varejo e o TEF? Saiba aqui!

Você certamente conhece a estratégia omnichannel, baseada no uso simultâneo e interligado de diferentes canais de comunicação de uma empresa, integrando assim lojas físicas e virtuais aos clientes. Ao aplicar essa estratégia, torna-se possível, por exemplo, navegar no aplicativo de uma loja em busca de informações sobre um produto (ao mesmo tempo em que se está em uma filial física dessa mesma loja), experimentar esse produto e pedir para que ele seja entregue em casa.

Também não deve ser novidade para você falar a respeito da TEF (Transferência Eletrônica de Fundos), tecnologia que permite que as transferências financeiras feitas em compras via cartão ocorram com agilidade e segurança. Mas você já parou para pensar na relação entre omnichannel e TEF?

Essas duas tecnologias se misturam justamente quando se pensa na possibilidade de integração entre uma solução que concilia o programa de vendas do PDV (Ponto de Venda) com a máquina de cartão. Está aí uma tendência que impacta todas as empresas que buscam adequar seus processos às necessidades do consumidor 4.0: oferecer conforto e praticidade aos clientes, de forma que culmine numa experiência de consumo cada vez mais satisfatória.

Quer saber mais sobre essa nova forma de vendas no varejo? Continue a leitura!

Como o omnichannel se tornou tendência?

A experiência multicanais é o estágio mais recente de outras três fases do varejo: single-channel, multi-channel e cross-channel. No omnichannel, o consumidor acessa simultaneamente inúmeros canais sem perceber mudanças transitórias. Confira os estágios anteriores:

  • single-channel — como o próprio nome já diz, apenas um ponto de contato entre o comprador e o varejista;
  • multi-channel — múltiplos canais de consumo offline e online;
  • cross-channel — a disponibilidade de canais integrarem a mesma linguagem.

A estratégia foi desenvolvida para adequar as empresas às mudanças de comportamento de seus clientes. Para as organizações, essa possibilidade também configura uma vantagem, já que aumenta consideravelmente sua disponibilidade no mercado — 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Isso pode representar novas oportunidades de negócio, mas sua viabilidade tem de ser atestada pela tecnologia, para que a integração entre esses canais satisfaça todas as necessidades momentâneas do consumidor, sem restrições de meio, local ou horário. Ou seja, de forma ágil e em tempo real.

Por que o TEF entra nessa equação?

É nesse momento que a tecnologia precisa quebrar as barreiras existentes entre canais físicos e digitais. Por meio do TEF no próprio PDV, o varejista pode consultar dados estratégicos para embasar tomadas de decisão, gerar pedidos no comércio eletrônico, inserir o valor pago em cartão automaticamente no próprio software de gestão da empresa, entre outros.

Essa praticidade inviabiliza a digitação dos operadores de caixa, o que significa menor tempo de espera no canal de atendimento físico, total integração com processos digitais e maior satisfação dos clientes em suas experiências de consumo.

Além de todas essas facilidades, a utilização da TEF pode aumentar a segurança e evitar fraudes no processo de recebimento de cartões. São ocorrências que acontecem até mesmo por parte de colaboradores mal-intencionados, que podem alterar as transações registradas pelo sistema para pegar, posteriormente, o valor da compra lançada em cartão, mas paga em dinheiro.

Clientes também podem agir de forma danosa, por meio do estorno de pagamentos, ainda que a venda tenha sido efetuada no cartão com chip e digitação de senha, mesmo sem a formalização do registro por comprovação de fraude.

Esse controle mais efetivo aumenta a confiabilidade da empresa e ainda permite total conciliação das transações nas demais ferramentas do negócio, em tempo real e com fácil visualização.

Quais empresas podem ser exemplos por adotar essa abordagem?

As empresas Leroy Merlin e Magazine Luiza são dois grandes varejistas que aplicaram essa abordagem omnichannel em seus processos com resultados muito positivos. Certamente, por trás de toda essa estratégia, foram usados muitos recursos de tecnologia para suportar o número de vendas. Confira a seguir os cases de sucesso dessas marcas.

Leroy Merlin

A empresa do ramo de construção é a líder do segmento no país. Com o crescimento do mercado digitalizado, eles identificaram um grande gargalo: como se tornar digital em um segmento que tem como principal característica a experiência em lojas físicas?

O primeiro passo foi acompanhar o desempenho das estratégias digitais em PDVs. Em seguida, a marca adotou táticas online e offline de vendas, com campanhas de Display e no Google Shopping.

Assim, poderiam estimular o cliente a se encaminharem para a loja, logo que identificassem uma necessidade, apontando quais unidades poderiam ser encontradas nas redondezas, quantidades disponíveis e horários de funcionamento. Para acompanhar o resultado, adotaram a taxa de visitação das lojas como KPI (Key Performance Indicator).

O resultado foi excelente. Segundo Diego Lemos, coordenador de estratégias digitais da empresa, a marca cresceu 36% no número de visitantes às lojas e 26% em seu custo por visita, na comparação com o período anterior.

Magazine Luiza

Atuante no varejo brasileiro, a empresa apostou na transformação digital com crescimento dos resultados de venda em espetaculares 705% em 2017. O desafio era o oposto da Leroy Merlin: aumentar o retorno da presença offline, em lojas físicas da marca, com campanhas digitais.

Também utilizaram recursos de geolocalização no Google, implementaram o rastreamento de visitas às lojas como KPI para acompanhar o resultado das campanhas, expuseram no site seus itens e quantidades em estoque nas lojas mais próximas do usuário, por meio do Anúncio de Inventário Local no Brasil, e adotaram novas métricas de sucesso, como o ROAS (Return of Ad Spend).

Quais são os desafios para colocar essa relação em prática?

Entre os principais desafios para colocar em prática a relação entre omnichannel e TEF destacam-se:

  • a falta de conhecimento e, consequentemente, de interesse dos próprios empreendedores;
  • a limitação técnica de algumas infraestruturas;
  • a dependência que os negócios podem criar pelas soluções.

Ainda que haja um caminho longo a ser percorrido nesse processo, o setor de TI no âmbito organizacional tende a crescer exponencialmente com a ampliação do uso e da necessidade de adaptação aos novos conceitos entre corporações de todos os tamanhos: Big Data, Inteligência Artificial e aprendizado de máquina são apenas alguns exemplos.

E o primeiro passo para aplicar o conceito de omnichannel nos processos é integrar todas as áreas do negócio. Para isso, é preciso contar com uma plataforma unificada que utilize dados dos clientes, gerencie os canais de venda e atendimento e promova a continuidade dessa interação, assim como possibilitado pelo TEF.

Agora que você sabe como integrar omnichannel ao TEF, que tal conhecer 6 motivos para usar inteligência artificial no seu negócio?

Conciliação de cartões: o que é TEF e quais as suas 3 vantagens?

Hoje, a maioria das pessoas abandona as compras em dinheiro em busca do uso de cartões. Nesse cenário, o controle financeiro das receitas é algo crucial para a administração do negócio, pois esse tipo de venda tem características e taxas próprias. Uma das formas de melhorar a qualidade desse processo de gestão é investir na conciliação de cartões.

Esse método utiliza um sistema próprio para gerenciar todo o fluxo de vendas em cartões da loja. Do controle de tarifas a distribuição dos recursos, tudo é feito de modo centralizado e automatizado. Assim, o gestor consegue focar mais nas suas atividades estratégicas e evitar riscos.

Quer saber quais são as três vantagens do sistema de conciliação de cartões pelo TEF? Então, veja o nosso post abaixo!

O que é um conciliador de cartões?

O conciliador de cartões é um sistema utilizado para conciliar as vendas em cartões. Ele cria um ambiente unificado para o gestor financeiro avaliar as tarifas cobradas, o fluxo de receitas, os pagamentos pendentes e as possibilidades de antecipar recebimentos.

Em alguns casos, o conciliador de cartões pode ser integrado ao sistema de gestão da empresa (ERP). Essa abordagem permite ao negócio ter um maior nível de automatização, reduzir erros e economizar tempo e dinheiro. Ou seja, a empresa que investe nessa tecnologia ganha mais capacidade para focar nos clientes e agregar valor aos serviços e produtos.

Quais as principais características da TEF?

Para atender às demandas de empresas com grande fluxo de vendas, o TEF (sigla para Transferência Eletrônica de Fundos) foi criado. Esse é um tipo de software de conciliação de cartões que, além de estar preparado para grandes fluxos de vendas, aceita com várias operadoras de cartão e traz mais confiabilidade para o lojista.

O TEF funciona de modo totalmente automatizado, capaz de identificar a bandeira do cartão, realizar os processos de validação de dados, processar a aplicação de tarifas, autorizar a venda com a operadora e direcionar os dados da compra para uma aplicação interna. Para isso, ele tem três partes fundamentais:

  • TEF House: empresa responsável por criar a aplicação de integração de todas as adquirentes e lidar com eventuais problemas do sistema;
  • Integradora (também conhecida como Softhouse): companhia que trabalha na revenda do sistema da TEF House, auxilia na integração das ferramentas e dá suporte ao cliente;
  • Adquirente: responsável por gerenciar e negociar as taxas administrativas, a integração do TEF nas rotinas de automatização de pagamentos e transações e a antecipação dos pagamentos.

Essa estrutura dá ao TEF um alto nível de confiabilidade. Dessa forma, a aplicação também pode ser utilizada para a centralização e o controle de vendas, a emissão de nota fiscal eletrônica e o envio automatizado das movimentações do negócio para a Receita Federal. Em outras palavras, a companhia pode reduzir boa parte do tempo gasto com rotinas administrativas com essa ferramenta.

Quais as vantagens da conciliação de cartões pelo TEF?

O investimento na conciliação de cartões pelo TEF pode trazer várias vantagens para o lojista. Em conjunto, elas tornam a rotina de gestão de vendas mais segura, ágil e automatizada. Confira os principais benefícios abaixo.

1. Evita vendas com valores incorretos

Erros no processo de venda podem causar grandes prejuízos. Ao utilizar o POS, por exemplo, as chances de falhas ocorrerem são muito maiores. Como esse sistema não é automatizado, em vários momentos a companhia corre o risco de lidar com um erro.

Já no TEF isso não ocorre. A inserção, o compartilhamento e a verificação dos dados são feitos de modo automático. Dessa forma, a companhia terá a certeza de que os registros de venda sempre terão um alto nível de confiabilidade.

2. Possibilita a negociação das taxas

O sistema utilizado para a conciliação de cartões pelo TEF traz a garantia de que o negócio sempre pagará as menores taxas possíveis. A ferramenta dá ao gestor financeiro uma visão mais abrangente sobre como cada operadora de cartão cobra por serviços como a antecipação de receitas.

Dessa forma, o gestor consegue negociar valores e avaliar o melhor momento para realizar o recebimento de pagamentos. Assim, os custos operacionais caem e a companhia consegue ficar mais lucrativa.

3. Permite um gerenciamento mais efetivo

Quando a empresa optar por conciliar os cartões com o TEF, a gestão de vendas ficará muito mais efetiva. Sempre que uma nova compra for realizada, o gestor poderá receber no ERP as informações da venda, as taxas e tributos.

Isso permite um controle muito mais inteligente e abrangente das receitas. O negócio poderá avaliar continuamente as variações de compras, os tributos pagos e a possibilidade de erro. Assim, a gestão financeira poderá ser um trabalho com alta qualidade.

Quando escolher entre POS e TEF?

Como você viu acima, a conciliação de cartões pelo TEF traz várias vantagens. Mas ela é aplicada em todos os cenários?

Há alguns casos em que o negócio pode optar pela venda via POS. Isso ocorre, por exemplo, nos deliveries: as máquinas com essa tecnologia podem ser levadas até o cliente para tornar a compra mais prática.

Porém, quem não realiza entregas (ou as faz com métodos de pagamento online, um meio de compras cada vez mais comum), tem a TEF como principal aliada. Os pagamentos com essa tecnologia tornam, em todos os cenários em que ela é utilizada, mais ágeis, práticos e confiáveis. Assim, a companhia consegue criar um processo de vendas agradável e atraente para o consumidor.

O processo de compra e venda de produtos é um dos principais fatores para fidelizar consumidores. Quando bem estruturado, o negócio pode garantir aos clientes a realização das compras rapidamente e evitar desistências e prejuízos causados por erros.

Nesse cenário, utilizar a conciliação de cartões pelo TEF é uma escolha estratégica. Essa opção pode otimizar toda a rotina de compras, tanto para o cliente quanto para o vendedor e, assim, manter a empresa com alto nível de competitividade: erros e custos caem, o tempo para finalizar uma compra fica menor e a experiência de compra ganha mais qualidade.

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Quer saber quais as vantagens de fazer a integração POS TEF?

As vendas em cartões de crédito e débito estão se tornando cada vez mais comuns. Com a popularização do uso de telefones como intermediários nessas transações, a tendência é que a sua propagação seja ampliada. Nessas horas, é importante que o gestor saiba realizar a integração POS TEF.

Essa estratégia auxilia o negócio a ter uma rotina de vendas mais flexível e preparada para as demandas do mercado. Os vendedores poderão atender a um número maior de demandas e, ao mesmo tempo, evitar uma série de problemas.

Quer saber mais sobre o tema e como unificar ambas tecnologias podem auxiliar a sua empresa a ser mais competitiva? Então veja o post abaixo!

O que é POS?

Sigla para Point of Sale (algo que em português pode ser traduzido como Ponto de Venda), a POS é uma tecnologia de vendas em cartão de crédito e débito conhecida pela sua portabilidade. Basicamente, toda compra feita com a maquinha portátil é uma venda que utiliza essa solução.

O principal ponto da máquina POS é ter apenas uma rede de adquirência. Como consequência, a compatibilidade com cartões fica restrita àqueles que possuem contrato com a fornecedora.

Em geral, as máquinas POS utilizam uma rede 2G para enviar e receber dados (apesar de existirem modelos fixos que se conectam por uma rede discada). O recibo é impresso diretamente na máquina e a adquirente é acionada sempre que existe a necessidade de executar algum tipo de manutenção ou substituição do produto.

O que é TEF?

Sigla para Transferência Eletrônica de Fundos, a TEF é uma tecnologia de vendas que busca solucionar algumas das dificuldades encontradas com o uso de máquinas POS. Esse sistema é comum em supermercados e outros locais em que não há a necessidade de portabilidade, por possuir um pinpad fixo, conectado a um computador.

Nesse computador é executado um software de gestão de vendas, que faz a administração de todas as compras feitas pelos clientes do negócio. A cada venda, o sistema captura os dados da transação e do cartão de crédito.

Após essa etapa, as taxas cobradas pelo mercado são comparadas e a aplicação completa a transação naquela que possuir uma taxa mais econômica. Uma vez concluído o processo, os dados são compartilhados com o sistema de gestão do negócio e o cupom fiscal é emitido.

Quais as vantagens dos dois modelos?

A POS é um modelo que traz grandes vantagens para empresas que precisam de mobilidade, como é o caso dos negócios que atuam com delivery. Com um bom conjunto de máquinas, os entregadores podem realizar a cobrança diretamente na casa do cliente, tornando a experiência de compras mais prática e simples.

O sistema também é de fácil uso. Ou seja, o tempo necessário para a adaptação dos profissionais será baixo.

A TEF está se tornando mais comum principalmente em razão do seu baixo custo. Por aceitar um grande número de bandeiras, a empresa pode utilizar menos máquinas POS.

A conciliação de vendas é facilitada, assim como a conferência dos dados. Todas as informações podem ser compartilhadas automaticamente com os sistemas internos do negócio, evitando erros e problemas de integridade operacional.

Com a popularização dos sistemas de vendas online, a TEF se tornou ainda mais comum. A companhia pode integrar o seu site com um sistema de pagamentos e, assim, evitar a necessidade do uso de máquinas POS.

Quais as desvantagens da POS e da TEF?

A principal desvantagem da TEF é a sua menor mobilidade. Não há um modo simples para manter uma rotina de venda flexível com essa tecnologia.

Além disso, a TEF exige uma conexão contínua com a internet. Vale lembrar, também, que a sua manutenção é mais complexa (a companhia precisa administrar o uso de um software de TEF, um pinpad, uma impressora e um computador).

Já o POS é mono-ambiente. Isso reduz a sua aplicação, uma vez que ela será restrita às redes que a adquirente possui contrato. Por isso, o lojista pode ser obrigado a contratar um POS para cada rede de cartões.

Há também um maior nível de complexidade na rotina operacional do setor financeiro. Será necessário conferir, manualmente, todos os comprovantes de pagamento em busca de erros.

Se o estabelecimento possuir um fluxo contínuo de vendas, isso pode ser um desafio. Em épocas com alto nível de vendas, as chances de erros ocorrerem serão muito maiores quando comparamos com os sistemas TEF.

Além disso, há a não integração com um sistema de gestão financeira. Esse fator torna mais complexa a gestão de vendas e impede a conciliação de vendas.

É possível realizar a integração POS TEF? Quais os benefícios?

Uma forma de atingir melhores resultados no dia a dia é implementando uma rotina de vendas que seja pautada na integração POS TEF. O negócio poderá, assim, se preparar para mais cenários.

Ao mesmo tempo, evitará a perda de vendas por não estar alinhado com as demandas do cliente. Em outras palavras, o uso das duas tecnologias auxilia a companhia a aproveitar todas as vantagens desses dois métodos de pagamento.

Entre os principais benefícios de utilizar a integração POS TEF como estratégia de vendas, destacamos:

  • a maior portabilidade: quando a companhia possui uma rotina com os dois sistemas, os profissionais não perdem nenhuma venda realizada no cartão, mesmo que tenham que se deslocar até o cliente;
  • o aumento de transparência: as máquinas TEF reduzem as chances de erros e, assim, tornam a gestão financeira mais objetiva;
  • a economia de recursos: com um uso disseminado das máquinas TEF, o negócio pode utilizar o POS apenas quando for necessário, reduzindo o uso dessa tecnologia e os custos operacionais;
  • a operação mais ágil: a necessidade de conferir manualmente informações cairá, tornando o negócio mais ágil e produtivo.

Em um mercado de alta competitividade, evitar prejuízos e possuir uma estratégia operacional bem estruturada é crucial para o sucesso de qualquer negócio. Essa busca por uma alta performance, capaz de manter o empreendimento com elevado nível de rentabilidade, é algo que deve ser feito continuamente e abranger todos os setores.

Na área financeira, a integração POS TEF auxilia a empresa não só a ter mais mobilidade, mas também a conseguir flexibilidade as suas operações. Os profissionais terão os recursos necessários para lidar com diferentes ambientes de vendas e maximizar a qualidade das suas operações. Já a companhia terá uma estrutura financeira mais objetiva e transparente, fundamental para evitar erros e atingir objetivos.

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Confira as 6 principais tendências do mercado de pagamentos digitais para 2019!

Independentemente do seu setor, acompanhar as tendências é crucial. Quando o gestor sabe quais os rumos que sua área de atuação está tomando, fica mais fácil realizar mudanças e investimentos que possam colocar o negócio em um lugar de destaque em relação aos concorrentes.

Portanto, se você possui integrados às suas rotinas financeiras ou trabalha com pagamentos digitais, este post foi feito para você. Nele, abordaremos as principais tendências para os próximos anos e como elas impactarão seu dia a dia. Confira a lista abaixo!

1. Pagamentos por meio de aplicativos de mensagens

Essa é uma tendência que já começou na China e, em breve, pode chegar ao resto do mundo. O aplicativo WeChat (um dos serviços de mensagens instantâneas mais populares do país asiático) possui um sistema que permite aos seus usuários enviar e receber pagamentos digitais rapidamente.

O pagamento é realizado a partir da leitura de um QRCode. Uma vez que o código é reconhecido pelo aplicativo, o software realiza a transferência automaticamente. Dessa forma, o uso de papel-moeda e cartões pode ser reduzido.

2. Teclados voltados para o envio e recebimento de pagamentos

Alguns bancos, inclusive brasileiros, estão lançando teclados voltados exclusivamente para a transferência de dinheiro entre contas-correntes. A solução permite reduzir o tempo necessário para os usuários enviarem pagamentos digitais, uma vez que o processo é feito sem a necessidade de abrir a aplicação da instituição financeira.

Ao enviar uma mensagem, basta selecionar o teclado do banco para inserir os dados de quem receberá o pagamento. A transferência é feita dentro do prazo normal de um TED ou DOC e o comprovante é compartilhado na hora. Tudo isso sem sair da tela do WhatsApp!

3. Cartões com NFC

Os cartões de crédito e débito passaram por várias mudanças ao longo das últimas décadas. A grande maioria foi voltada para tornar os métodos de pagamento mais seguros: conforme fraudadores conseguiam burlar os mecanismos tradicionais, novos recursos foram criados, tornando a solução mais robusta e preparada para evitar fraudes.

Nesse sentido, o pagamento contactless surgiu como uma forma de tornar os pagamentos digitais muito mais ágeis. Essa tecnologia utiliza um chip NFC inserido dentro do cartão para permitir o pagamento de compras automaticamente, sem que o cliente tenha de inserir o cartão na maquininha.

A novidade já está presente no Brasil em algumas emissoras. Para tornar o processo mais prático, em geral, pagamentos de baixo valor não exigem senhas. Assim, a experiência de compras se torna muito mais inteligente.

4. Sistemas cashless em festivais

Quem já foi em um grande festival sabe a dificuldade que é para comprar algum produto. A grande concentração de pessoas é uma receita perfeita para a formação de filas, especialmente no intervalo de shows e apresentações. Em muitos casos, o tempo é elevado em função da demora para processar os pagamentos com cartão: como as redes estão sobrecarregadas, as maquininhas podem ter muito mais dificuldades para verificar os dados.

Para contornar esse problema, as empresas de eventos estão adotando uma nova tecnologia de pagamento digital. As pulseiras e cartões cashless reduzem o tempo necessário para as compras serem realizadas, criando uma experiência mais agradável para o usuário, além de ampliar a segurança.

O dispositivo de pagamento funciona como um cartão pré-pago. O usuário realiza a compra da pulseira, por exemplo, antes do festival e já faz a recarga com o valor que pretende gastar durante o evento com o consumo de comida, bebida ou a compra de itens como camisas.

Chegando ao caixa, basta apresentar o meio de pagamento que o valor será descontado dos créditos da pessoa no mesmo instante. Assim, não só a fila diminui, mas também a demora para adquirir itens.

5. Pagamentos de compras com o telefone

Nos últimos anos, sistemas como o Apple Pay e o Samsung Pay mudaram a forma como nós lidamos com as nossas compras. Essas soluções de pagamentos digitais permitem que usuários utilizem o próprio smartphone como um cartão de crédito, reduzindo o tempo necessário para realizar compras, além de eliminar a necessidade de manter vários cartões nas carteiras.

O Brasil é um mercado que possui grande potencial para o uso dessas soluções. Grande parte das nossas máquinas já possui hardware habilitado para o pagamento via NFC. Portanto, em muitos casos, basta o comerciante atualizar o sistema para oferecer a praticidade a seus clientes.

No caso do Samsung Pay, a adoção para o usuário se torna ainda mais prática. Vários aparelhos da Samsung permitem que o pagamento também seja realizado via MST, ou seja, simulando um cartão de crédito magnético. Assim, os dispositivos da marca ampliam sua compatibilidade ao eliminar a necessidade de a máquina possuir o NFC habilitado.

6. POS TEF

O sistema TEF já faz parte do dia a dia de muitos negócios. Ele permitiu que companhias eliminassem gastos, conseguissem mais agilidade em seus processos e fossem capazes de maximizar seus ganhos.

O próximo passo para essa tecnologia de gestão de pagamentos digitais é chamada de POS TEF. As máquinas com essa tecnologia trazem mobilidade para o profissional, se integram sem fio às principais TEFs Houses do mercado e permitem o uso de meios de pagamento por aproximação como NFC e MST. Assim, os benefícios do TEF podem ser aproveitados mesmo por quem precisa de um meio de pagamento com alta mobilidade.

Nos últimos anos, todos setores da economia passaram por mudanças. Elas tornaram o cotidiano de empresas mais conectado, prático e integrado. Em função disso, se manter alinhado com as novas tendências é fundamental.

Para o setor de pagamentos digitais, as mudanças estão em ritmo crescente. Dos pagamentos com telefones aos novos modelos de cartão de crédito, a tecnologia está revolucionando esse setor: pagar contas se tornou algo mais prático, simples e convergente.

Portanto, para se manter competitivo, é crucial investir nas novas tecnologias de pagamentos digitais. Elas farão parte do fluxo de trabalho dos negócios do futuro, criando uma melhor experiência de compras e tornando a gestão das informações financeiras mais prática.

Se você quer saber mais sobre essas tendências e deseja começar a investir em meios para tornar seus pagamentos digitais mais eficazes, fala com a gente!

Entenda como funciona o serviço POS TEF da GETCARD

As máquinas de cartões de crédito que utilizam a tecnologia TEF já estão disseminadas no mercado. Porém, a sua baixa portabilidade ainda obriga muitos comerciantes a utilizarem as máquinas POS. Para contornar esse problema, surgiu a integração POSTEF, sistema que reduz custos, auxilia na eliminação de erros e garante que os processos tenham a sua mobilidade mantida.

Se você quer saber mais sobre o tema e como a GETCARD pode te auxiliar nesse investimento, continue a leitura deste post!

O que é a união POSTEF?

A integração POSTEF é o processo que permite ao negócio utilizar as plataformas POS e TEF em um ambiente centralizado. Isso significa que o mesmo equipamento pode ser utilizado em todas as operações, combinando a portabilidade das máquinas POS com os sistemas de automação do TEF.

Quais os benefícios dessa escolha?

O mercado passou por grandes mudanças nos últimos anos. Elas ampliaram a competitividade no varejo e, em função disso, a capacidade de gestores manterem negócios competitivos foi reduzida.

Nesse sentido, a companhia que pretende manter elevada a sua capacidade de criar oportunidades de vendas precisa otimizar todas as suas rotinas.

Isso passa, inclusive, pelos processos de compras. Aqui, a integração POSTEF é uma ótima escolha. Veja a seguir os impactos desse investimento no seu negócio.

Maior portabilidade

Para muitos negócios, a portabilidade das máquinas POS é algo crucial. Quando o negócio trabalha com delivery, como é o caso de drogarias e restaurantes, por exemplo, garantir que o cliente possa pagar da forma que preferir é essencial para criar uma boa experiência de compra. Na ausência de um meio de pagamento na entrega, muitas vezes o consumidor pode optar por um concorrente.

O problema das máquinas POS, neste cenário, é o alto custo. A empresa deve manter várias máquinas para garantir que não só a portabilidade seja mantida, mas também a capacidade do negócio atender a todas as operadoras. Isso gera um alto gasto com a aquisição e/ou aluguel de muitos pontos de venda (PDVs).

A integração POSTEF garante que o negócio tenha meios para manter a portabilidade dos seus meios de pagamento sem comprometer custos. A companhia manterá um conjunto de equipamentos reduzido, sem que os entregadores deixem de receber pela sua entrega em função de problemas de compatibilidade.

Em outras palavras, a portabilidade do sistema POS é mantida. Dessa forma, o negócio não perderá competitividade com o investimento.

Aumento da transparência

Erros financeiros são um problema grave para qualquer empresa. Não ter um histórico preciso sobre os custos da companhia e como as suas vendas variam a médio e longo prazo reduz a capacidade do negócio se planejar de modo inteligente. Isso prejudica investimentos e ações estratégicas, como a realização de promoções.

Ao mesmo tempo, a falha no controle dos fluxos de caixa prejudica o planejamento tributário. O negócio não terá como avaliar o seu fluxo de vendas e, com isso, garantir que todos os profissionais atinjam as suas metas.

Outro fator que é influenciado pelas falhas é a coleta de tributos. Se o negócio não sabe todas as vendas que foram realizas, as chances de ele não coletar algum imposto devido corretamente são altas.

Com a integração POSTEF, as chances desse tipo de falha ocorrer em relação a problemas no registro de pagamentos serão menores. Se no cenário em que a companhia utiliza máquinas POS o gestor perde boa parte do seu tempo conferindo recibos, aqui o registro é feito de modo automático.

Isso torna a gestão financeira muito mais transparente. Mesmo as vendas feitas com máquinas portáteis estarão registradas automaticamente no sistema de gestão do negócio. Assim, falhas são evitadas e a companhia evitará vários prejuízos.

Redução de custos

Todos os fatores apresentados acima combinam para criar um grande impacto nos custos operacionais. Se mal gerenciados, eles reduzem a rentabilidade do negócio e impedem a realização de novos investimentos.

Além disso, se exagerados, eles influenciam negativamente no alcance das metas de médio e longo prazo.

Com a integração POSTEF, vários gastos não necessários são cortados. A redução de erros, por exemplo, evita multas e garante que a companhia tenha uma taxa menor de retrabalho.

Já a agilidade no compartilhamento de registros de vendas reduz a quantidade de recursos utilizadas para a gestão financeira. Ao mesmo tempo, a conciliação garante que a companhia sempre pagará a menor taxa possível para as suas vendas, mesmo em entregas.

Dessa forma, o negócio conseguirá criar novos fluxos de receita e evitar a redução da sua lucratividade.

Como a GETCARD pode te ajudar a investir no POSTEF?

A GETCARD tem uma plataforma completa para integrar as suas soluções de pagamento. Além disso, temos os mecanismos necessários para a companhia adquirir um conjunto de equipamentos alinhados com as suas demandas.

Com isso, a empresa que pretende investir na integração POSTEF tem na GETCARD um parceiro estratégico. Nossos serviços auxiliam na aquisição da máquina de cartão, nos meios de pagamento e na integração dos sistemas no dia a dia dos profissionais.

Isso agiliza rotinas e reduz uma série de gargalos. O tempo necessário para liberar o uso das aplicações e efetuar as verificações financeiras cai drasticamente. Os ganhos vão além, passando também por:

  • uma possibilidade de eliminar custos com a redução da burocracia e o contato com as bandeiras sem intermediadores;
  • a maior agilidade na contratação de um novo meio de pagamento, mais automatizado e flexível;
  • a possibilidade de aproveitar parcerias com postos de gasolinas e farmácias;
  • a utilização de um sistema com boa usabilidade e facilidade para ser manuseado.

A integração POSTEF pode ser feita com um custo baixo. As máquinas exigem um investimento menor e a possibilidade de reduzir custos com a conciliação eletrônica ampliam o retorno obtido sobre o investimento.

Dessa forma, a empresa pode estruturar meios de pagamentos mais inteligentes, inovadores e econômicos. A integração POSTEF se mostra a solução ideal para o negócio enfrentar os desafios da rotina moderna sem comprometer as suas operações.

Quer saber mais sobre a nossa solução e como ela pode ser integrada ao seu dia a dia? Então entre em contato hoje mesmo com a GETCARD!