GetCard marca presença na NRF 2019 Big Show

GetCard marca presença NRF 2019 Big Show

A GetCard marcou presença no maior evento do mundo do varejo!

Entre 13 e 15 de janeiro, o mundo do varejo e todos os seus agentes voltaram a atenção ao NRF Retail’s Big Show 2019, evento realizado pela maior organização de varejistas do globo, no Javits Center, em New York.

Com mais de 37 mil visitantes, mais de 800 stands, 16 mil profissionais e 99 países diferentes, o evento é um marco para a comunidade varejista, um espaço onde o networking é mais que privilegiado e todas as grandes tendências estão reunidas de uma forma simplesmente única. Um verdadeiro paraíso para os profissionais da área!

Além dos stands, das apresentações e do networking, dezenas de nomes importantes desse meio ganharam protagonismo para discutir diversos temas pontuais sobre o estado, o futuro e as principais problemáticas do ramo, pessoas altamente gabaritadas falando de suas experiências e projeções com outros profissionais.

O Evento

Durante os três dias, muito aconteceu dentro do Javits Convention Center. Cada stand representava um nome em ascensão nos modelos que envolvem o varejo. Sem dúvidas, o foco está cada vez mais voltado para as tecnologias promissoras de comércio, como Inteligência Artificial, robótica, Big Data, BlockChain. Todas essas marcaram forte presença.

Robôs e drones invadiram o salão, drones de entrega, robôs de autoatendimento e plataformas se apresentaram aos varejistas, tecnologias como a Blockchain se insinuaram tanto como modelos de escrituração e controle, quanto com seu produto de destaque: as criptomoedas, que mostraram novas soluções e comodidade para o futuro dos meios de pagamento.

Muito da tecnologia selecionada no evento tinha uma relação com os perfis de consumidores, soluções de integração dos clientes e plataformas, mecanismos de reconhecimento facial, biométrico, de voz, métodos de automação, desde a criação do perfil de marketing e compra do cliente até o pagamento seguro, a entrega e o pós-venda.

Tanto o e-commerce como os retailers físicos foram contemplados por uma série de novas ideias selecionadas pela NRF para inspirar e agregar ao modelo dos profissionais.

E todas essas oportunidades e ideias que estavam disponíveis aos visitantes não eram meras peças de exposição, mas um ambiente para que parcerias e conexões reais acontecessem entre todas as partes envolvidas!

Nas palavras dos visionários!

Além de todo o show dos stands, as apresentações e tours , a maior espera foi para ouvir os nomes das empresas referências do varejo. CEOs, visionários e autores de grandes tecnologias e realizações sociais subiram aos palcos para compartilhar suas trajetórias, seus insights e dar suas perspectivas dos temas que estão no centro do debate do universo varejista.

Dentre as dezenas de nomes, podemos citar os CEOs de empresas conceituadas do mercado, como Macy’s, Alibaba, BlueMercury, ThirdLove, Walmart, Target e muitos outros que coordenam milhões de colaboradores e atendem diversos consumidores no mundo inteiro.

Alguns dos tópicos abordados: a ascensão da tecnologia no varejo, a automação de atendimento, e-commerces, a portabilidade tecnológica, a ética do futuro, a igualdade de gênero no mercado, com direito a um palco especial só das mulheres, o crescimento sustentável no social e com a natureza, os novos perfis e plataformas de consumidores.

Os principais anseios dos profissionais do varejo foram debatidos, em um ambiente preparado para servir como um fórum de tendências que irão impactar o futuro da sociedade!

A GetCard faz parte desse futuro!

Compromissada com o futuro do varejo, a GetCard não podia deixar de marcar presença no NRF, que tem tudo a ver com seu modelo comercial. Um dos temas tratados nos stands foi justamente o futuro das soluções de pagamento e integração com os sistemas de retailers. Nossa especialidade!

Com o alto fluxo e aperfeiçoamento de tecnologias de segurança e comodidade para modelos movimentados como os do varejo, as empresas que oferecem soluções de TI serão as protagonistas nas mudanças que ocorrerão.

A GetCard, engajada com todas as tendências desse mercado, esteve muito bem representada pelo Joelson Fila de Andrade, diretor da GetCard, que absorveu toda a exclusividade da NRF 2019 para fazer parte do futuro comercial.

Honrando diariamente seu compromisso com a expansão sustentável e acessível do mercado, a GetCard busca sempre estar junto das ideias mais promissoras sobre soluções de TI para varejos. Basta conferir de perto nosso trabalho.

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Decreto determina a obrigatoriedade de TEF no estado do Pernambuco.

Obrigatoriedade TEF Pernambuco

Confira agora sobre obrigatoriedade de TEF no estado do Pernambuco.

A partir do dia 1o de Janeiro de 2019, começa a valer o Decreto 46.087, homologado em 30 de maio de 2018, no qual se torna obrigatório o uso de terminais TEF (Transferência Eletrônica de Fundos) em vendas realizadas com cartões de crédito e débito.

Com isso, os aparelhos TEF passam a integrar obrigatoriamente os instrumentos contábeis de uma série de estabelecimentos comerciais, apesar do tom imperativo que o decreto possa ter, sua determinação é um passo importante em direção a uma automatização, regulamentação e simplificação das atividades no itinerário do SPED Contábil de muitos empreendimentos.

O TEF e seus benefícios.

A Transferência Eletrônica de Fundos, chamada de TEF, é um modelo de sistema que envolve as transações financeiras mediando a comunicação entre a automação comercial e os adquirentes.

Por meio do TEF – um pequeno aparelho com pinpad e slot para diversas bandeiras de cartões integrado ao sistema de automação comercial do estabelecimento – os dados necessários para a transação são organizados de forma automática, tanto para o consumidor quanto para o vendedor, sem precisar digitar e, posteriormente, escriturar os dados da venda.

O sistema do estabelecimento, através do reconhecimento dos códigos de barras ou outros códigos de produtos e serviços, emite diretamente para o terminal TEF os totalizadores da venda, modalidades de pagamento e produtos adquiridos.

Com essa automatização, muitos erros são evitados. Não há necessidade de fazer todo o procedimento de pagamento em máquinas de cartão variadas para diferentes bandeiras e a escritura de cada venda unitária também é diminuída, já que a TEF está integrada ao sistema de automação usado pelo lojista.

Assim, a venda se torna quase instantânea e os dados requeridos pelo SPED são levantados, enviados para o sistema que, além de preparar a Nota Fiscal Eletrônica Consumidor, irá gerar um DANFE, e sinalizar a baixa do produto adquirido para o sistema de automação. Ideal para o controle de estoque e balanço financeiro!

Para resumir os principais benefícios da TEF;

– Concilia diversas bandeiras e meios de pagamento em um único aparelho;

– Grande simplificação fiscal, automatiza as determinações do SPED Contábil e diminui consideravelmente o serviço contábil do lojista;

– Integração completa ao sistema de automatição do estabelecimento, incluindo benefícios como: sinalizar a baixa de produtos, tanto no balanço de estoque quanto no financeiro, gerando dados mais exatos e confiáveis;

– Minimiza o trabalho do operador do ponto de venda, aumentando a velocidade do fluxo de vendas;

– Torna possível a consulta em tempo real de suas vendas através de seu portal online;

– À prova de fraudes, sonegação e falhas na geração da Nota Fiscal;

– Reduz o custo das operações por possuir uma taxa fixa mensal;

– Diminui consideravelmente a burocracia e ocasionais problemas com o fisco.

Algumas considerações sobre o decreto

 Para ficar regulamentado de acordo com as determinações do decreto (Artigo 149), é importante que a emissão de NFCE (Nota Fiscal do Consumidor) esteja integrada ao sistema correspondente mencionado no cupom, assim como a emissão de DANFE. Ou seja, ambos devem ser emitidos para o cliente pelo mesmo terminal em que a venda foi realizada.

Há uma série de casos de dispensa, contanto que se enquadrem em certas modalidades e cumpram algumas determinações:

– Estabelecimentos concessionários ou permissionários de serviços públicos relativos a fornecimento de energia elétrica, gás canalizado ou distribuição de água, cooperativas de produtores, lanchonetes, bares, restaurantes, e-commerces, atacadistas que são empresas industriais, isso é, sem estabelecimento próprio de vendas. –  Para os 6 últimos é preciso a emissão de NFC-e em todas as operações. (Art. III);

– Vendas realizadas fora do recinto;

– MEIs, contribuintes enquadrados no regime Simples Nacional e produtores rurais não inscritos em CNPJ também estão dispensados da emissão de NFC-e via TEF ou outros meios eletrônicos.

Para maiores detalhes, você pode consultar o portal da SEFAZ e conferir o documento do Decreto 46.087 na íntegra.

Conclusão

O fisco tem se modernizado e sua migração para a esfera on-line facilita muito a vida de quem quer estar em dia com sua contabilidade.

O TEF possui um papel importante nesse processo: da escrituração até a integração com os sistemas de administração do espaço físico e financeiro dos estabelecimentos comerciais. Pensando nisso, a GetCard se empenha no desenvolvimento, integração e manutenção de diversas soluções empresariais para o seu negócio.

Conheça nossos projetos, princípios e serviços. Para receber mais informações atualizadas sobre o meio, assine nossa newsletter!

O que é um Next Generation Firewall (NGFW)?

Um firewall de próxima geração (NGFW) é um sistema de segurança baseado em hardware ou software que está habilitado a detectar e bloquear ataques sofisticados por reforçar políticas de segurança na camada de aplicação, camada 7 no modelo OSI (veja https://pt.wikipedia.org/wiki/Modelo_OSI), e também no nível de protocolo, IP e porta, camada 3 e 4 do modelo OSI (veja https://pt.wikipedia.org/wiki/Modelo_OSI)

Next generation firewall integram 3 recursos chaves: capacidade de firewall corporativo, sistema de prevenção de intrusão (IPS) e controle de aplicação. Com a introdução da inspeção stateful nos firewalls de primeira geração, os NGFWs adicionam um novo contexto para o processo de tomada de decisão, dando-lhe a capacidade de entender o tráfego das aplicações que passam por ele, possibilitando que ele tome contra medidas em tráfegos (exploits) que possam se beneficiar de vulnerabilidades e pacotes de rede maliciosos (syn flood e xmas packets por exemplo) que possam causar um DoS (Negação de Serviço – Denial of Service).

 

Estes firewall combinam a capacidade dos firewalls tradicionais, incluindo filtragem de pacotes, NAT, bloqueio de endereços e redes privadas (VPNs) com QoS e funcionalidade não encontradas normalmente nesses produtos. Estas features adicionais incluem, prevenção de intrusão (IPS), inspeção SSL, inspeção profunda (deep inspection), detecção de malware e URLs baseada em reputação. Os recursos específicos são destinados a impedir o crescente número de ataques de aplicativos ocorrendo nas camadas 4-7 do modelo OSI.

Se deseja saber mais e contratar serviços de NGFW entre em contato com a GetCard

Saiba mais sobre Next Generation Firewall

O que é um ataque DDoS (Distributed Denial of Service)?

Um ataque de Negação de Serviço Distribuído, conhecido também como Distributed Denial of Service – DDoS, é uma tentativa de fazer um serviço online indisponível por sobrecarregá-lo com tráfego ilegítimo utilizando múltiplas fontes, sejam elas PCs, dispositivos móveis ou dispositivos de internet das coisas (IoT). Esses ataques objetivam uma ampla variedade de recursos, de DNSs, sites a serviços na web em geral. E hoje se apresenta como um grande desafio para pessoas e empresas que queiram fazer acessos legítimos aos seus serviços e dados possam ocorrer em meio a esses ataques.

A construção desses ataques se dão por diversos dispositivos infectados em todo o globo. Conhecidos como botnets, esses malwares podem chegar por email, sites e mídias sociais. Uma vez infectados, esses dispositivos pode ser controlados remotamente sem conhecimento de seus proprietários são usados como armas para lançar um ataque cibernético para qualquer alvo.

 

Os botnets podem gerar altíssimos níveis de trafego para sua vítima. Estes tráfego, também conhecido como flood, podem ser gerados em múltiplas vias e enviam mais conexões/pacotes que o servidor pode processar ou mais tráfego do que o disponível para o alvo. Alguns ataques são tão grandes que podem consumir toda a banda de uma operadora ou uma fibra ótica internacional.

Existem ecommerces especializados na venda de botnets ou ataques DDoS. Usando esses mercados negros, qualquer um pode pagar para tirar do ar sites ou infraestruturas inteiras que não gostem ou sejam concorrentes. Um ataque DDoS de uma semana, capaz de tirar uma organização de pequeno porte do ar pode custar algumas centenas de dólares.

Os Ataques DDoS mais comuns são dos seguintes tipos:

Ataques de conexões TCP – Esses ataques são feitos com intenção de ocupar todos os slots disponíveis no alvo, seja servidores de aplicação, firewalls, etc.

Ataques volumétricos – Este tipo consomem toda a banda do alvo, ou entre o alvo e o resto da internet. Esse tipo de ataque pode atingir mais de 1TBps como o ocorrido em 2016, usando mais de 152.000 dispositivos de IoT. Como noticiado em http://thehackernews.com/2016/09/ddos-attack-iot.html

Ataques de fragmentação – O ataque envia milhões de pacotes TCP ou UDP fragmentados para a vítima, sobrecarregando a capacidade da vítima de remontar os pacotes e consequentemente a performance.

Ataques de aplicação – Este formato tenta sobrecarregar um aspecto específico de uma aplicação ou serviço e podem ser eficazes mesmo com muito poucas máquinas atacantes gerando uma taxa de tráfego baixa (tornando-as difíceis de detectar e mitigar).

Ainda há maneiras de ampliar o ataque, multiplicando o tráfego enviado para a vítima. Essa técnica é chamada de amplificação e as mais comuns são DNS reflection, Chargen reflection e NTP reflection.

Para saber mais e contratar serviços de proteção de DDoS contate a GetCard

O que é um hypervisor?

Hypervisor é uma camada de software entre o hardware e o sistema operacional. O Hypervisor é responsável por fornecer ao sistema operacional visitante a abstração da máquina virtual. E é ele que controla o acesso dos sistemas operacionais visitantes aos dispositivos de hardware. Existem tecnologias de hardware que otimizam a execução de máquinas virtuais, dentre essas tecnologias estão VT-d e AMD-V.

 

Existem diversos hypervisors no mercado, tanto open source quanto pago. Alguns exemplos de hypervisor são kvm, hyper-v, vmware, xen, cada um com seus prós e contras e seus custos. Cabendo a um especialista ajudá-lo na decisão de qual hardware e hypervisor se enquadra melhor ao seu cenário.

Para dúvidas sobre quais as melhores tecnologias para o cloud contate a GetCard.